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Polícia Civil do Acre firma parceria com Ministério da Justiça para combater o crime de lavagem de dinheiro

Folha do Juruá

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Na tarde desta quarta-feira, 20, no auditório da Polícia Civil do Acre foi firmado o Termo de Adesão ao Programa da Rede Nacional de Laboratórios de Combate à Lavagem de Dinheiro pela Polícia Civil do Acre junto ao Ministério da Justiça.

O presente instrumento tem por objeto a adesão da Polícia Civil ao Programa Rede Nacional de Laboratórios de Tecnologia contra a Lavagem de Dinheiro (Programa Rede-Lab), por meio da indicação de unidade administrativa como Laboratório de Tecnologia. O Laboratório de combate à Lavagem de Dinheiro da Polícia Civil do Estado do Acre fica vinculado ao departamento de inteligência.

Os órgãos públicos aderentes assumem o compromisso de observar a Portaria do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP nº 145/2022), que atribuiu à Rede-Lab a natureza de Programa de articulação institucional do MJSP, inclusive no que se refere aos objetivos, diretrizes e responsabilidades comuns.

Uma das atribuições do Ministério da Justiça é oferecer treinamento aos órgãos aderentes, o que já vem sendo realizado, tendo em vista que uma equipe veio de Brasília esta semana ministrar uma série de palestras aos delegados do Acre e aos servidores que atuam no Poder Judiciário, Ministério Público e Órgãos de controle.

Com esse pacto, membros da Polícia Civil terão, pelo prazo de cinco anos, acesso às bases de dados afetas ao trabalho dos integrantes do Programa Rede-Lab, promoção de intercâmbio entre as instituições, viabilizando o compartilhamento de conhecimentos e metodologias existentes, soluções tecnológicas, entre outros benefícios, visando dar celeridade nas investigações que envolvam o crime de lavagem de dinheiro.

O diretor-adjunto da PCAC, Clayton Videira, que assinou o Termo se mostrou grato ao governo federal pela atenção dada à Polícia Judiciária acreana e aos demais autores que combatem o crime de lavagem de dinheiro no Acre.

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“É uma grande honra poder receber membros do Ministério da Justiça que trazem palestrantes renomados e compartilham seus conhecimentos. Esse é um passo importante, não apenas para a Polícia Civil, mas para o sistema de Justiça e Segurança Pública como um todo, que aprimoram seus conhecimentos. Agradecemos ao governo federal, ao Ministério da Justiça e ao ministro Flávio Dino”, destacou Clayton Videira.

ASSECOM: PCAC.

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Maria Antonia pede reforço policial após denúncias de crimes em área rural de Acrelândia

Folha do Juruá

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A deputada estadual Maria Antonia (PP) voltou a chamar atenção para os problemas de segurança enfrentados por moradores da zona rural de Acrelândia. Por meio de uma indicação apresentada na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), a parlamentar solicitou ao Governo do Estado o reforço das ações policiais no Ramal do Bigode, localizado no Km 86 da BR-364.

O pedido encaminhado ao Executivo estadual inclui atuação da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e da Polícia Civil, com foco na intensificação das investigações e no aumento das medidas de segurança na comunidade rural.

Segundo a deputada, moradores denunciam uma sequência de furtos, invasões e atos de vandalismo registrados nos últimos meses. A situação tem gerado preocupação entre as famílias da região, principalmente devido à frequência dos crimes durante o período noturno.

Na justificativa do documento, Maria Antonia afirma que a população vive sob constante sensação de insegurança e cobra respostas mais rápidas das autoridades competentes. A parlamentar defende que o fortalecimento do policiamento e das investigações é fundamental para identificar os autores dos crimes e reduzir os casos registrados no local.

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A indicação foi protocolada na Aleac sob o número 492/2026 e apresentada oficialmente durante sessão legislativa realizada em maio deste ano.

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Padrasto nega relato de bullying e que não sabe como jovem teve acesso a arma

Folha do Juruá

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Em entrevista ao jornalismo da TV5 nesta sexta-feira, 8, o advogado Ruan de Mesquita Amorim, padrasto do adolescente de 13 anos responsável pelo ataque que matou duas servidoras do Instituto São José, em Rio Branco, afirmou estar “destruído” emocionalmente e negou ter ameaçado qualquer integrante da escola antes da tragédia ocorrida na última terça-feira, 5.

Durante a entrevista, Ruan afirmou que nunca entrou no Instituto São José e rebateu informações de que teria procurado uma das vítimas ou feito ameaças à coordenação da unidade escolar. “Eu nunca adentrei naquele estabelecimento, eu nunca ultrapassei os limites daquele muro, daquele colégio. Estou em estado de choque mais uma vez. Se vocês buscarem os registros das câmeras de segurança, vão ver que eu nunca entrei naquele local”, declarou.

O advogado ressaltou que não tinha legitimidade para tratar de questões escolares do adolescente, já que não era o pai biológico do jovem. “Eu não sou parte legítima para ter essa ação. Eu não posso chegar na escola e reclamar de um filho que não é meu. Qual a lógica que eu teria de chegar e ameaçar a coordenadora? Isso é irracional”, afirmou.

Segundo Ruan, ele desconhecia qualquer relato de bullying ou sofrimento psicológico envolvendo o adolescente. De acordo com ele, o enteado mantinha comportamento tranquilo dentro de casa e nunca apresentou sinais de agressividade.“Ele era uma pessoa obediente, tranquila, não apresentava nenhum tipo de sinal de sofrimento. Nunca reclamou da escola, nunca falou sobre bullying ou qualquer outro problema. A gente não tinha como agir porque não tinha conhecimento de nenhuma situação”, disse.

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O advogado também confirmou que a pistola calibre .380 usada no ataque era de sua propriedade legal e afirmou que a arma ficava guardada em um quarto trancado.“Estava no meu quarto, com o quarto trancado. Religiosamente trancado todas as vezes que saíamos de casa. Até hoje eu não sei como ele teve acesso à arma”, declarou.

Ruan relatou ainda que, após tomar conhecimento do ataque, correu até a escola acreditando inicialmente que o adolescente pudesse ser uma das vítimas.“Quando fui me aproximando, vi a movimentação e soube que tinha ocorrido um ataque. Ainda assim, não acreditava que tivesse sido ele. Imaginei que ele fosse vítima. Fui desesperado buscar informações”, contou.

Segundo ele, desde os primeiros momentos colaborou com as autoridades policiais e autorizou espontaneamente buscas em sua residência.“Eu não tinha o que esconder. Fiz questão de abrir minha casa para a polícia. O quarto estava trancado exatamente como eu havia deixado”, afirmou á reportagem.

O advogado disse ainda que acompanha o caso à disposição da Justiça e reforçou solidariedade às famílias das vítimas.“Eu sei que o sofrimento maior é das famílias que perderam seus entes queridos, mas eu também estou sofrendo. Queria ter o poder de ter feito alguma coisa para evitar isso. Nada justifica o que aconteceu”, declarou.

Ao final da entrevista, Ruan afirmou que espera o esclarecimento completo do caso e pediu fé às famílias atingidas pela tragédia.“É uma tragédia que fugiu do controle de todos. Peço que as famílias se apeguem com Deus e tenham fé. Todos estão sofrendo com isso”, concluiu.

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Fonte: ac 24 horas

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Justiça decreta internação provisória de adolescente que matou funcionárias em escola do Acre

Folha do Juruá

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A Justiça decretou na manhã desta quinta-feira, 07, a internação provisória do adolescente investigado pelo ataque ocorrido no Instituto São José, em Rio Branco (AC). A decisão foi tomada após audiência realizada nesta manhã.

Conforme informações apuradas pelo jornalista Marcos Venicios, do ac24horas, a medida terá prazo máximo de 45 dias, período em que o processo deverá ser concluído e sentenciado.

Com a decisão judicial, o próximo passo será a fase de instrução processual. Nesta etapa, deverão ser ouvidas testemunhas, além do próprio adolescente, para esclarecimentos sobre o caso.

Ao final do processo, a Justiça poderá aplicar medida socioeducativa de internação por tempo indeterminado, limitada ao período máximo de três anos, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A legislação também determina reavaliações obrigatórias a cada seis meses.

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Quatro pessoas foram atingidas por disparos de armas de fogo, no início desta terça-feira (5), após um ataque no colégio Instituto São José, em Rio Branco, no Acre. O menor, de 13 anos, que efetuou os disparos já foi identificado, assumiu a autoria dos disparos e encontra-se sob a custódia do Estado, juntamente com a arma utilizada.

Segundo o Governo do Acre, três funcionárias e um aluno foram atingidos. Duas profissionais morreram no local, e as outras vítimas foram encaminhadas ao Pronto-Socorro da capital.

 

Fonte: Ac24Horas

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