Um sonho que parecia distante está se tornando realidade para os moradores do PAE Santa Quitéria, no município de Assis Brasil. Depois de quase 10 anos de espera e luta, a comunidade finalmente vê a instalação da rede de energia elétrica, graças à intervenção do deputado federal Eduardo Velloso. A conquista é resultado de uma agenda do parlamentar, que visitou a comunidade, ouviu suas demandas e levou a questão diretamente à Energisa, concessionária de energia do estado. O esforço conjunto agora se materializa em postes, transformadores e fios que levam energia a dezenas de famílias da região.
A ação começou no início de julho, quando Velloso visitou o PAE Santa Quitéria para ouvir as necessidades dos moradores que enfrentavam há anos a falta de energia elétrica. Sensível à urgência da demanda, o parlamentar organizou uma audiência com o diretor-presidente da Energisa, Ricardo Xavier, no final do mesmo mês. Na ocasião, Velloso e representantes da comunidade apresentaram diretamente a necessidade de eletrificação da região, reforçando a importância do serviço para o desenvolvimento da comunidade. Pouco depois da reunião, as obras de instalação da rede elétrica começaram a ser executadas, trazendo esperança e melhores condições de vida para os moradores da região.
Arley Gonçalves Veloso, presidente da cooperativa de café e cultura da região, expressou o alívio e a alegria de ver a demanda da comunidade finalmente sair do papel. Segundo ele, o apoio de Eduardo Velloso foi fundamental para que o pedido de energia elétrica, após as inúmeras tentativas frustradas de solução, fosse atendido.
“Nós aqui do Ramal Altamira, estamos há quase 10 anos anos lutando, tentando conseguir essa energia, já batalhamos com vários órgãos e instituições e não conseguimos. Entramos em contato com o deputado federal Eduardo Velloso, e marcamos uma reunião aqui na comunidade de Altamira, em Assis Brasil. Ele veio, e tinham mais ou menos cinquenta e duas pessoas presentes. Colocamos essa demanda na mão do deputado, e então tivemos a reunião na Energisa. Ele combinou com a Energisa, fizemos a reunião lá em Rio Branco, com todo o apoio do deputado Eduardo Velloso. Levamos quatro pessoas da comunidade. E, com a bênção de Deus, hoje a gente está sendo contemplado. Já estão sendo colocados os postes com o padrão. É um sonho da gente sendo realizado através da demanda do nosso deputado federal, Eduardo Velloso, que abraçou a causa da nossa comunidade”, declarou Arley.
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A chegada da energia elétrica na comunidade vai além do simples conforto. Arley destacou que, com a eletrificação, as famílias poderão ter em casa uma alimentação de melhor qualidade, além de melhorar a produção agrícola por meio de sistemas de irrigação, podendo impulsionar a economia local e dar um novo fôlego às atividades rurais, que agora poderão contar com um recurso essencial para seu desenvolvimento.
“Isso pra gente é um sonho, porque agora a gente vai poder ter na casa da gente uma alimentação de qualidade. Vamos poder melhorar a nossa produção agrícola com a irrigação. Tudo isso agora vai evoluindo cada vez mais aqui na nossa comunidade. Então, primeiramente, agradecer a Deus. E agradecer ao deputado Eduardo Velloso junto com a sua equipe,” completou Arley.
Ao se manifestar sobre o sucesso da iniciativa, Velloso reforçou seu compromisso com a população das áreas rurais de todo o estado e destacou a importância de levar infraestrutura básica a quem mais precisa. Para ele, ver a concretização desse projeto é motivo de grande satisfação e um incentivo para continuar trabalhando em prol do bem-estar de todos os acreanos.
“Nosso papel é ouvir as demandas da população e buscar soluções efetivas. A luta pela energia no PAE Santa Quitéria é um exemplo de como, juntos, podemos transformar a realidade das nossas comunidades. A instalação da rede elétrica vai trazer mais dignidade e oportunidades para essas famílias, e isso é o que nos motiva a continuar trabalhando”, afirmou Velloso.
A ação no PAE Santa Quitéria se soma a outras iniciativas do parlamentar, que tem atuado para garantir melhorias nas condições de vida dos moradores das áreas rurais do Acre. O trabalho do deputado mostra, mais uma vez, que é possível fazer a diferença quando se está ao lado da população, ouvindo suas necessidades e lutando para transformar sonhos em realidade.
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A deputada estadual Maria Antonia (PP) voltou a chamar atenção para os problemas de segurança enfrentados por moradores da zona rural de Acrelândia. Por meio de uma indicação apresentada na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), a parlamentar solicitou ao Governo do Estado o reforço das ações policiais no Ramal do Bigode, localizado no Km 86 da BR-364.
O pedido encaminhado ao Executivo estadual inclui atuação da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e da Polícia Civil, com foco na intensificação das investigações e no aumento das medidas de segurança na comunidade rural.
Segundo a deputada, moradores denunciam uma sequência de furtos, invasões e atos de vandalismo registrados nos últimos meses. A situação tem gerado preocupação entre as famílias da região, principalmente devido à frequência dos crimes durante o período noturno.
Na justificativa do documento, Maria Antonia afirma que a população vive sob constante sensação de insegurança e cobra respostas mais rápidas das autoridades competentes. A parlamentar defende que o fortalecimento do policiamento e das investigações é fundamental para identificar os autores dos crimes e reduzir os casos registrados no local.
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A indicação foi protocolada na Aleac sob o número 492/2026 e apresentada oficialmente durante sessão legislativa realizada em maio deste ano.
Em entrevista ao jornalismo da TV5 nesta sexta-feira, 8, o advogado Ruan de Mesquita Amorim, padrasto do adolescente de 13 anos responsável pelo ataque que matou duas servidoras do Instituto São José, em Rio Branco, afirmou estar “destruído” emocionalmente e negou ter ameaçado qualquer integrante da escola antes da tragédia ocorrida na última terça-feira, 5.
Durante a entrevista, Ruan afirmou que nunca entrou no Instituto São José e rebateu informações de que teria procurado uma das vítimas ou feito ameaças à coordenação da unidade escolar. “Eu nunca adentrei naquele estabelecimento, eu nunca ultrapassei os limites daquele muro, daquele colégio. Estou em estado de choque mais uma vez. Se vocês buscarem os registros das câmeras de segurança, vão ver que eu nunca entrei naquele local”, declarou.
O advogado ressaltou que não tinha legitimidade para tratar de questões escolares do adolescente, já que não era o pai biológico do jovem. “Eu não sou parte legítima para ter essa ação. Eu não posso chegar na escola e reclamar de um filho que não é meu. Qual a lógica que eu teria de chegar e ameaçar a coordenadora? Isso é irracional”, afirmou.
Segundo Ruan, ele desconhecia qualquer relato de bullying ou sofrimento psicológico envolvendo o adolescente. De acordo com ele, o enteado mantinha comportamento tranquilo dentro de casa e nunca apresentou sinais de agressividade.“Ele era uma pessoa obediente, tranquila, não apresentava nenhum tipo de sinal de sofrimento. Nunca reclamou da escola, nunca falou sobre bullying ou qualquer outro problema. A gente não tinha como agir porque não tinha conhecimento de nenhuma situação”, disse.
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O advogado também confirmou que a pistola calibre .380 usada no ataque era de sua propriedade legal e afirmou que a arma ficava guardada em um quarto trancado.“Estava no meu quarto, com o quarto trancado. Religiosamente trancado todas as vezes que saíamos de casa. Até hoje eu não sei como ele teve acesso à arma”, declarou.
Ruan relatou ainda que, após tomar conhecimento do ataque, correu até a escola acreditando inicialmente que o adolescente pudesse ser uma das vítimas.“Quando fui me aproximando, vi a movimentação e soube que tinha ocorrido um ataque. Ainda assim, não acreditava que tivesse sido ele. Imaginei que ele fosse vítima. Fui desesperado buscar informações”, contou.
Segundo ele, desde os primeiros momentos colaborou com as autoridades policiais e autorizou espontaneamente buscas em sua residência.“Eu não tinha o que esconder. Fiz questão de abrir minha casa para a polícia. O quarto estava trancado exatamente como eu havia deixado”, afirmou á reportagem.
O advogado disse ainda que acompanha o caso à disposição da Justiça e reforçou solidariedade às famílias das vítimas.“Eu sei que o sofrimento maior é das famílias que perderam seus entes queridos, mas eu também estou sofrendo. Queria ter o poder de ter feito alguma coisa para evitar isso. Nada justifica o que aconteceu”, declarou.
Ao final da entrevista, Ruan afirmou que espera o esclarecimento completo do caso e pediu fé às famílias atingidas pela tragédia.“É uma tragédia que fugiu do controle de todos. Peço que as famílias se apeguem com Deus e tenham fé. Todos estão sofrendo com isso”, concluiu.
A Justiça decretou na manhã desta quinta-feira, 07, a internação provisória do adolescente investigado pelo ataque ocorrido no Instituto São José, em Rio Branco (AC). A decisão foi tomada após audiência realizada nesta manhã.
Conforme informações apuradas pelo jornalista Marcos Venicios, do ac24horas, a medida terá prazo máximo de 45 dias, período em que o processo deverá ser concluído e sentenciado.
Com a decisão judicial, o próximo passo será a fase de instrução processual. Nesta etapa, deverão ser ouvidas testemunhas, além do próprio adolescente, para esclarecimentos sobre o caso.
Ao final do processo, a Justiça poderá aplicar medida socioeducativa de internação por tempo indeterminado, limitada ao período máximo de três anos, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A legislação também determina reavaliações obrigatórias a cada seis meses.
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Quatro pessoas foram atingidas por disparos de armas de fogo, no início desta terça-feira (5), após um ataque no colégio Instituto São José, em Rio Branco, no Acre. O menor, de 13 anos, que efetuou os disparos já foi identificado, assumiu a autoria dos disparos e encontra-se sob a custódia do Estado, juntamente com a arma utilizada.
Segundo o Governo do Acre, três funcionárias e um aluno foram atingidos. Duas profissionais morreram no local, e as outras vítimas foram encaminhadas ao Pronto-Socorro da capital.
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