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Política

Prefeitura de Cruzeiro do Sul entrega de equipamentos e sacolões para 11 comunidades ribeirinhas

Folha do Juruá

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Entrega foi feita depois que o barco com o prefeito Zequinha Lima quase naufragou no Rio Juruá

Mesmo depois que o barco em que ele estava, quase naufragar no Rio Valparaíso, o prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha Lima, deu sequência à agenda deste sábado,2. Junto com o deputado federal Zezinho Barbary, entregou barcos, equipamentos agrícolas e outros itens na a comunidade Simpatia, no Rio Juruá. Os 13 equipamentos, incluindo despeladeiras de arroz, debulhadoras de milho, despolpadeiras, roçadeiras agrícolas e 8 barcos vão beneficiar também outras 11 comunidades ao longo do Juruá.

A entrega representa um marco importante para os moradores das comunidades ribeirinhas, que contarão com recursos importantes para fortalecer a agricultura familiar e melhorar a infraestrutura local. Além dos equipamentos agrícolas, houve ainda a distribuição de sacolões visando auxiliar as famílias afetadas pela praga do mandorová e fortalecer a segurança alimentar na região.

Jamile Macedo, representante das comunidades ribeirinhas Carlota, Carlota de Baixo e Tatajuba, expressou a gratidão pelo momento proporcionado pela entrega de equipamentos e destacou a importância dos barcos e demais equipamentos para as comunidades. “É um marco muito importante, porque a gente nunca pensou que iríamos ter esse equipamento para a gente. É de suma importância. O barco é muito importante, todo esse equipamento também. A gente está muito feliz e queremos continuar mais e mais com essa parceria”, contou ela.

O Secretário Municipal de Agricultura de Cruzeiro do Sul, Eutimar Sombra, destaca a importância dos investimentos da Prefeitura Municipal e menciona que o prefeito Zequinha Lima iniciou essas ações nas comunidades, visando fortalecer a agricultura familiar e auxiliar aqueles afetados pela praga do mandorová no ano passado

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Foto: Assessoria

“Esse recurso saiu agora e a gente está entregando as cestas para as família que tiveram os roçados foram atingidas pela lagarta do mandarová, que tiveram suas perdas estão sendo contempladas. Aqui são kits de casa de farinha, são despeladeira de arroz, debulhadora de milho, máquina de industrializar açaí e roçadeiras. Isso é para fortalecer as comunidades rurais. No inverno eles usam a baleeira e no verão, os barcos pequenos. Todas as comunidades foram contempladas. O prefeito Zequinha Lima está presente, para que a gente junto possa fortalecer e gerar emprego e renda na nossa comunidade e trazer resultado para o nosso ribeirinho”, mencionou.

O Deputado Zezinho Barbary expressou sua satisfação em acompanhar a agenda do prefeito Zequinha Lima, destacando as comunidades do Rio Juruá que estão sendo contempladas com embarcações e equipamentos agrícolas. Ele enfatizou a importância desses investimentos para o bem-estar da população, ressaltando a preocupação do prefeito em trazer melhorias e investimentos para a região. O deputado mencionou sua função de ouvir a população e garantir mais recursos federais para as prefeituras, incluindo Cruzeiro do Sul, a fim de continuar esse movimento de melhoria da qualidade de vida, especialmente para os mais necessitados, como os ribeirinhos. Ele destacou a essencialidade dos recursos federais para que as prefeituras possam promover investimentos que beneficiem o povo acreano.

“A gente fica muito feliz em ver que realmente o prefeito está preocupado com o bem-estar da população, trazendo investimentos e nós como deputado federal estamos aqui visitando, ouvindo a população. Através do nosso mandato queremos garantir mais recursos para as prefeituras, incluindo Cruzeiro do Sul, para que esse movimento continue, para que essas ações continuem, porque é o povo que está lá na ponta, é o povo pobre, é o ribeirinho que mais precisa. E os recursos federais são essenciais para que as prefeituras possam levar esse tipo de investimento para melhorar a qualidade de vida do povo acreano”, avaliou.

Foto: Assessoria

O prefeito Zequinha Lima destaca a entrega de diversos equipamentos e ressalta a importância da presença do poder público e do apoio de políticos, como o deputado federal Zezinho Barbary, para garantir mais benefícios para a população ribeirinha do Juruá. “Nós temos 11 comunidades aqui do Rio Juruá que fazem parte de Cruzeiro do Sul, e hoje a gente juntou todas essas comunidades no Simpatia para entregar equipamentos importantes para o dia a dia dos produtores. São equipamentos para agricultura familiar e os barcos que garantem o transporte dos produtos e a mobilidade deles, sem precisar pagar. É a independência deles . Deixamos aqui um sacolão também para cada família. Além disso anunciamos uma série de outras atividades, implementos e benefícios que nós traremos aqui. Assim como nós anunciamos aqui junto com o deputado Zezinho Barbary que vai alocar emendas, com a colaboração do senador Sérgio Petecão de 2024, ainda botar à disposição desses moradores do Juruá um recreio popular. É um barco grande que vai servir para transportar cargas e passageiros, com dois pisos. O Zezinho já conseguiu 250 mil e se Deus quiser, nós estamos querendo entregar isso ainda esse ano”, concluiu o prefeito Zequinha Lima, que agradeceu às manifestações de carinho após o acidente no barco.

“Agradeço pela atenção de todos. Estamos bem e seguimos a agenda aqui pelas comunidades do Rio Juruá “, comunicou o gestor.

Assessoria

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Política

GLADSON CAI E O SENADO TREME: A VAGA QUE PODE DESTRUIR BITTAR e MAILZA POR DENTRO

Folha do Juruá

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em

A condenação do ex-governador a 25 anos abre uma cratera no tabuleiro político do Acre. A pergunta agora é: quem vai ocupar o espaço? E quem tem mais a perder com a resposta?

Aconteceu.

Na última quarta-feira, 6 de maio de 2026, a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça condenou o ex-governador GladsonCameli a 25 anos e 9 meses de reclusão por organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, lavagem de dinheiro e fraude à licitação. A decisão foi unânime. O regime inicial é fechado. A defesa já anunciou que vai recorrer ao STF.

Tecnicamente, Gladson ainda pode ser candidato — a inelegibilidade existe e só o STF pode mudar algo. E politicamente, o cenário mudou de forma irreversível. Uma condenação de 25 anos não é uma nuvem passageira. É um terremoto. E as réplicas já estão sendo sentidas em cada canto da política acreana.

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A vaga de Gladson ao Senado, que nas pesquisas parecia garantida, agora é terra de ninguém.

E é exatamente aí que o jogo pode ficar perigoso — especialmente para o senador Márcio Bittar.

O efeito dominó: quem se mexe primeiro

Bastaram poucas horas após a condenação para os movimentos começarem.

No MDB, a articulação para lançar Jéssica Sales ao Senado ganhou corpo e velocidade. Jéssica, que tem votação expressiva no Juruá e uma base consolidada no interior, enxerga na queda de Gladson a oportunidade que esperava. Seu nome já vinha sendo ventilado nos bastidores, mas a presença de Gladson na disputa inviabilizava qualquer movimentação. Agora, o caminho pode estar aberto.

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No União Brasil, o deputado federal Coronel Ulysses também se posiciona. Nos bastidores afirma ter alinhamento junto à direção nacional do partido e trânsito no campo bolsonarista, Ulysses vê na vaga deixada por Gladson a chance de migrar da Câmara Federal para o Senado. Sua candidatura já era monitorada desde as anotações de Flávio Bolsonaro que vazaram em fevereiro — e agora ganha concretude.

Dois nomes. Dois partidos. Dois caminhos completamente diferentes para Márcio Bittar.

E é aqui que a análise fica cruel.

Coronel Ulysses: pode ser o pesadelo de Bittar

Se o Coronel Ulysses confirmar sua candidatura ao Senado, Márcio Bittar tem um problema gravíssimo.

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O motivo é simples: os dois pescam no mesmo rio.

Bittar é PL. Bolsonarista. Ultra direita. Seu eleitorado é o mesmo que vota em Ulysses — conservador, ligado ao campo bolsonarista, identificado com a pauta da direita dura.

Mas não para por aí. A pré-candidata ao Senado Mara Rocha, do Republicanos, também ocupa esse mesmo espaço ideológico. Mara tem base própria, votação consolidada e um discurso que dialoga diretamente com o eleitor conservador.

Faça a conta: Bittar, Ulysses e Mara Rocha — três candidatos da ultra direita disputando a mesma fatia do eleitorado. Três nomes brigando pelo mesmo voto. Três chapéus para uma só cabeça.

Na aritmética eleitoral, isso tem um nome: canibalismo.

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Enquanto a esquerda e o centro concentram seus votos em praticamente um nome, a direita acreana se fragmenta em três candidaturas que se anulam mutuamente. E quem mais perde com essa divisão é justamente quem tem mais a defender: o senador em busca de reeleição.

Bittar já deve saber disso, tem mais rejeição que os outros e tem grande chance de ficar pelo meio do caminho. E com isso a federação União Brasil, que faria 4 deputados — ou seja, metade da bancada — certamente perderá uma cadeira.

Jéssica Sales: o cálculo que não incomoda Bittar

Se Ulysses é o pesadelo, Jéssica Sales é o cenário tolerável para Bittar.

E a razão é objetiva: Jéssica não disputa o mesmo eleitorado que ele. Sua base está no Juruá, no interior, no eleitor do MDB que transita entre o centro e a centro-esquerda. É um público que não vota em Bittar de qualquer forma.

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Mais do que isso: se Jéssica e Bittar estiverem na mesma coligação, a candidatura dela pode até ajudá-lo. Uma chapa coligada forte puxa votos para baixo e para cima, e Jéssica tem capilaridade em regiões onde Bittar não chega com a mesma força.

Agora, Jéssica e Velloso disputam um eleitorado mais ao centro — o voto do interior, o eleitor que valoriza presença, trabalho social e proximidade. Eles teriam muitos votos casados.

Ou seja: a entrada de Jéssica se alinha ao campo que ameaça Bittar por fora, enquanto a entrada de Ulysses divide o campo que sustenta Bittar por dentro.

Para o senador, a equação deve ser: Jéssica não muda muito. Ulysses, jamais.

O que ninguém quer admitir

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Na realidade, o cenário ideal para todos — com exceção de Jorge Viana — os atuais pré-candidatos ao Senado seria que nenhum novo nome surgisse. Cada candidatura adicional é um fator de imprevisibilidade. Cada novo nome fragmenta votos, muda a dinâmica das coligações e redesenha os cenários de pesquisa, é só lembrar do PT em 2018, Minoro, Ney Amorim e Jorge Viana.

Mas a política não funciona no cenário ideal. Funciona no cenário real. E o cenário real, depois da condenação de Gladson, é de terra arrasada e reposicionamento.

A vaga que era de Gladson virou um imã. E todo imã atrai — mas também pode repelir.

O mapa do Senado depois de Gladson

Se Ulysses entrar, o Senado acreano fica assim:

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No campo da direita bolsonarista: Bittar, Ulysses e Mara Rocha — três candidatos, um eleitorado. Fragmentação letal.

No campo do centro e centro-direita: Eduardo Velloso — sozinho, remando contra a maré, mas sem concorrente direto no seu espectro. Se Jéssica entrar, a disputa nesse campo passa a ter mais um.

No campo da esquerda: Jorge Viana — consolidado como o nome do PT, com rejeição alta mas base fiel. Já Petecão, um pouco menos de rejeição.

A matemática não mente. Se a direita colocar três nomes na pista, ela entrega de bandeja a segunda vaga ao campo adversário.

Bittar, que passou os últimos meses articulando, manobrando aliados e calculando cada lance, pode ver toda a sua engenharia desmoronar por um único fator que ele não controla: a ambição de quem está ao seu lado.

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Mas quem mais perde mesmo é Mailza

Existe, porém, uma peça neste tabuleiro que ninguém está olhando com a atenção devida: a governadora Mailza Assis.

Porque se a condenação de Gladson é ruim para Bittar, para Mailza pode ser fatal.

Pense com calma. Hoje, ao lado de Mailza — ou pelo menos gravitando na órbita dela — estão nomes como Petecão e Eduardo Velloso, pré-candidatos ao Senado que poderiam somar força à sua candidatura ao governo. São palanques possíveis. São votos que puxam para cima. São chapas que fortalecem a coligação.

Agora, se Jéssica Sales sair candidata ao Senado pelo MDB, ouse, Coronel Ulysses for ao Senado pelo União Brasil, ele não enfraquece só Bittar — ele empurra consigo uma estrutura partidária que poderia estar somando com Mailza, para um dos seus adversários.

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Em resumo: cada novo candidato ao Senado que possa surgir no núcleo do governo neste vácuo deixado por Gladson, é umaliado a menos no palanque da governadora.

E Mailza não está em posição de perder aliados. Seu governo, com menos de dois meses, já patina. A insatisfação interna cresce. Os aliados da gestão Gladson se afastam. A articulação política é frágil. As chapas de deputados federais que deveriam ter sido montadas não foram.

A governadora precisava construir uma frente ampla para disputar a reeleição com a vantagem que o cargo oferece. Em vez disso, está assistindo sua base se esfarelar — e pode piorar a cada candidatura nova ao Senado.

Se Mailza não abrir os olhos agora, pode acordar em agosto com um cenário irreversível: sem Gladson para puxar votos, sem Petecão ao lado, sem Velloso na composição, sem a maioria dos aliados que eram dela.

Governadora em exercício que perde a reeleição é exceção estatística — menos de 10% fracassam. Mas do jeito que as coisas estão caminhando, Mailza pode estar cavando sua vaga nessa minoria com as próprias mãos. Ou pior: deixando que cavem por ela.

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A ironia final

Gladson Cameli foi condenado a 25 anos por comandar, segundo a Justiça, uma organização criminosa. A defesa vai recorrer ao STF. O processo seguirá seu curso.

Mas o efeito político é imediato e devastador.

A candidatura de Gladson era a âncora que mantinha o tabuleiro estável. Com ela fora d’água — ou à beira de afundar — o navio da direita acreana começa a balançar.

E a ironia é essa: Márcio Bittar, que passou meses tentando controlar o jogo, pode ser derrotado não pela oposição, não pela esquerda, mas pela própria turma.

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E Mailza, que herdou a máquina mais poderosa da política acreana, pode ser a governadora que perdeu tudo sem que ninguém precisasse tirar dela — bastou deixar que os aliados se dispersassem.

Porque na política acreana, como já se provou tantas vezes, o maior adversário nem sempre é quem está do outro lado.

Às vezes, é quem está sentado ao lado.

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Política

Mailza reforça compromisso com mães acreanas em vídeo carregado de emoção

Folha do Juruá

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A governadora Mailza Assis Cameli divulgou, neste domingo (10), uma mensagem em vídeo em homenagem ao Dia das Mães e reafirmou o compromisso do governo do estado com as mulheres acreanas.

Na ocasião, a governadora destacou iniciativas do governo voltadas ao público feminino. “A presença é a mãe do desenvolvimento, a atenção é a mãe do cuidado e a ação é a mãe da mudança”, afirmou Mailza.

“Por isso, em nome de todas as mulheres e mães do nosso estado, quero dizer que o trabalho do governo do Acre está sempre ao seu lado, com ações como Mães da Ciência, o guarda-roupa social, os mutirões de saúde e muito mais.”

A governadora encerrou a mensagem com votos à data comemorativa. “No dia das mães e em todos os dias, estamos trabalhando cada vez mais para que o Acre continue evoluindo e mudando para melhor. Parabéns a todas as mamães!”, disse.​​​​​​​​​​​​​​​​

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VEJA VÍDEO:

Fonte: ac 24 horas

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Política

Gladson fala pela 1ª vez sobre julgamento no STJ: “Não é um ponto final”; VEJA

Folha do Juruá

Publicado

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O ex-governador Gladson Camelí, comentou pela primeira vez neste sábado (9) a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que formou maioria para condená-lo no julgamento da Ação Penal 1076.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Gladson afirmou que recebeu o resultado com tranquilidade e disse que ainda pretende recorrer da decisão.

“Tivemos um resultado ruim no STJ, mas essa não é uma decisão definitiva, nenhum ponto final. Pelo contrário, basta lembrar que o STF já havia julgado e declarado que muitas das acusações que contra mim foram feitas de forma ilegal, inclusive nesse processo que pede a minha condenação”, disse.

Durante o pronunciamento, ele também afirmou que acredita na reversão do caso nas instâncias superiores. “Temos o direito de recorrer ao próprio STJ e ainda ao Supremo, que já nos deu ganho de causa na anulação das acusações obtidas de forma ilegal”, afirmou.

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Gladson Camelí voltou a negar irregularidades e classificou as acusações como perseguição política. “O que estão fazendo contra mim é perseguição política”, afirmou no vídeo. O ex-governador também relacionou o caso ao cenário eleitoral e à possível candidatura ao Senado nas eleições deste ano.

“Tem gente que se acha poderosa, que vai ter que me enfrentar na urna. Mas a eleição é só em outubro e até lá vamos continuar com toda a garra e certeza da vitória. Continuo tendo absoluta confiança na justiça, mas acredito mesmo é no seu julgamento pelo voto. Você tem esse direito”, declarou.

O julgamento

O julgamento foi concluído pelo STJ nesta semana, com oito votos favoráveis à condenação e três divergentes sobre o enquadramento dos crimes e o tamanho da pena. A maioria dos ministros acompanhou o voto da relatora, ministra Nancy Andrighi, que defendeu pena de 25 anos e 9 meses de prisão em regime fechado, além de multa e indenização ao Estado.

Segundo a acusação do Ministério Público Federal, Gladson Camelí teria liderado um esquema de desvio de recursos públicos investigado na Operação Ptolomeu. O caso envolve suspeitas de fraudes em contratos públicos, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

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A defesa ainda pode apresentar recursos no próprio STJ e também no Supremo Tribunal Federal (STF).

 

Fonte: ContilNet

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